arquivo de cinema

onkalo

Somos pequenos, muito pequenos. O nosso tempo é demasiado curto. Efemeridade e eternidade. O futuro (não o nosso, aquele muito além do nosso tempo). A língua e os símbolos universais. A evolução. Quem fomos, quem somos, quem seremos. O desperdício, o nuclear e o precioso. Uma morte silenciosa, incolor e inodora. Uma solução e um mundo cheio de bombas-relógio. Um documentário filosófico sobre o enterro do desperdício nuclear.

Into Eternity foi o único documentário que consegui ver este ano no doclisboa e foi escolhido da forma mais aleatória possível: um amigo nosso escolheu-o por ser a meio da tarde, perto de casa dele, nós ligámos para combinar um café e fomos ver também.

Saímos do Londres sem palavras. Em cima coloquei tudo o que me vem à cabeça quando penso no que vi. Se puderem, vejam também. Vale a pena.

diário de viagem #5 – inception

Depois de dias com imenso calor, acordámos com o som da trovoada e da chuva. E o que é que apetece fazer com este tempo? Vestir um casaco mais quentinho, almoçar num restaurante asiático e passar a tarde no cinema :)

Foi a primeira vez que fui ao cinema no estrangeiro. Na Eslovénia, tal como em Portugal, os filmes são legendados, mas mesmo assim, as legendas numa língua que não entendemos atrapalham sempre.

Fomos ver o Inception, de que gostei bastante. Já viram?

Ao final da tarde fomos ao supermercado, onde se compram os melhores souvenirs.

norwegian wood

norwegian wood

norwegian wood

norwegian wood

norwegian wood

norwegian wood

Os cinemas japoneses irão receber a adaptação cinematográfica de Norwegian Wood, de Haruki Murakami, em Dezembro. Parece-me óbvio que nunca chegará às nossas salas (a não ser que dos Estados Unidos venha um remake manhoso – como aconteceu com o My Sassy Girl), mas felizmente isso não nos impedirá de o ver, mais cedo ou mais tarde – e eu estou muito curiosa. Até lá, talvez o leia. É a única obra ficcional de Murakami que ainda não li (exceptuando os dois primeiros, que descobri agora que existem em inglês, mas só no Japão – e que vou tentar comprar – e os recentes 1Q84, que ainda não foram traduzidos para inglês), porque tive de parar. Li vários de seguida e as histórias e personagens começavam a misturar-se na minha memória.

Imagens retiradas do Wildgrounds




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