onkalo
Somos pequenos, muito pequenos. O nosso tempo é demasiado curto. Efemeridade e eternidade. O futuro (não o nosso, aquele muito além do nosso tempo). A língua e os símbolos universais. A evolução. Quem fomos, quem somos, quem seremos. O desperdício, o nuclear e o precioso. Uma morte silenciosa, incolor e inodora. Uma solução e um mundo cheio de bombas-relógio. Um documentário filosófico sobre o enterro do desperdício nuclear.
Into Eternity foi o único documentário que consegui ver este ano no doclisboa e foi escolhido da forma mais aleatória possível: um amigo nosso escolheu-o por ser a meio da tarde, perto de casa dele, nós ligámos para combinar um café e fomos ver também.
Saímos do Londres sem palavras. Em cima coloquei tudo o que me vem à cabeça quando penso no que vi. Se puderem, vejam também. Vale a pena.





