O natal é das minhas alturas preferidas do ano. Montar a árvore continua a ter a mesma magia de quando era criança, gosto de pensar no que oferecer a cada uma das pessoas, gosto de ver a reacção quando abrem as prendas. Não tenho muita paciência para compras de última hora, no meio da multidão descontrolada, por isso começo cedo, em novembro. Adoro fazer os embrulhos, também. Não faço nada de especial, como gostaria de fazer (e como planeio fazer no próximo ano), mas tento embrulhar a maioria das coisas em casa.
Para mim o natal é a família, é aquela noite quente e sempre acolhedora. É o dia seguinte, em redor da mesa dos doces. O ano passado não passei a noite com a minha família, o que foi estranho. Este ano, o natal foi em casa dos meus pais e eles convidaram os pais do Gonçalo para se juntarem a nós. Foi diferente, mas soube bem.
Como sempre, houve demasiada comida e demasiados doces, mas se assim não fosse, não seria a mesma coisa. Acordar no dia 25 com a sensação de que comemos demasiado e com a certeza de que vamos comer ainda mais, é essencial! Este ano, em vez do tradicional bacalhau cozido, tivemos bacalhau no forno e polvo à lagareiro. E a comida feita no forno de lenha tem mesmo um sabor especial…
os essenciais: sonhos, rabanadas e aletria. a estrela da noite: uma deliciosa tarte de amêndoa!
O serão foi passado junto à salamandra, onde está mais quentinho, entre prendas, doces e jogos na wii em família.